Tanto anos lutando…

Oi Amigos,

Semana passada, estava pensando e sentido eu sobre as minhas limitações, sobre o quanto eu sou pequeno, o quanto tenho que me esforçar para ser melhor, considerando todo o esforço que acho que faço para ser um melhor cristão. Por um momento pensei onde queria chegar e se de alguma forma chegaria. Neste dia recebi o texto abaixo de São Josemaria Escriva que gostaria de compartilhar com vocês que me encheu de esperança, por que este texto me fez lembrar da misericórdia de Deus… Boa Leitura, Lutfe

Tantos anos lutando…

Chegaram nuvens densas de falta de vontade, de perda de entusiasmo. Caíram aguaceiros de tristeza, com a clara sensação de te encontrares atado. E, como remate, assomaram decaimentos, que nascem de uma realidade mais ou menos objetiva: tantos anos lutando…, e ainda estás tão atrás, tão longe. Tudo isto é necessário, e Deus conta com isso: para alcançarmos o “gaudium cum pace” – a paz e a alegria verdadeiras -, temos de acrescentar, à convicção da nossa filiação divina, que nos enche de otimismo, o reconhecimento da nossa fraqueza pessoal. (Sulco, 78)

Mesmo nos momentos em que percebemos mais profundamente a nossa limitação, podemos e devemos olhar para Deus Pai, para Deus Filho e para Deus Espírito Santo, sabendo-nos participantes da vida divina. Não há nunca motivo suficiente para voltarmos a cara para trás: o Senhor está ao nosso lado. Temos que ser fiéis, leais, fazer frente às nossas obrigações, encontrando em Jesus o amor e o estímulo para compreender os erros dos outros e vencer os nossos próprios erros. Assim, todos esses abatimentos – os teus, os meus, os de todos os homens -, servirão também de suporte para o reino de Cristo.

Reconheçamos as nossas mazelas, mas confessemos o poder de Deus. O otimismo, a alegria, a convicção firme de que o Senhor quer servir-se de nós, têm de informar a vida cristã. Se nos sentimos parte da Igreja Santa, se nos consideramos sustentados pela rocha firme de Pedro e pela ação do Espírito Santo, decidir-nos-emos a cumprir o pequeno dever de cada instante: a semear cada dia um pouco. E a colheita fará transbordar os celeiros. (É Cristo que passa, 160) [Topo]

Um grande abraço a todos, Nossa Senhora Rogai por Nós!!!

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