O que eu faço agora ?

Olá

 Olhem o trecho abaixo, de uma reportagem reportagem recente de uma revista nacional:

Em janeiro deste ano, baixou a seguinte medida: às 8 da noite, as luzes da agência se apagam e todo mundo tem de ir embora. “Ninguém achou ruim, mas também ninguém acreditou que fosse pra valer”, diz um profissional de planejamento acostumado ao ritmo frenético de Nizan [presidente da empresa em questão].

A reação mais estranha foi a de um funcionário que perdeu a noção do tempo que lhe sobrava. “Ele veio à minha sala para perguntar o que fazer, como se não tivesse família ou amigos”, diz Suzana Almeida, gerente de recursos humanos da agência.

 O texto acima é de uma materia da revista Você S/A, que tem o título: Epidemia Workaholic

 Este texto vem provar o que dizemos a muito tempo aqui no site: temos que buscar o equilibrio entre Trabalho e Família (vida pessoal). Se dedicar mais do que o necessário no trabalho não trará nenhum benefício extra. Olhem alguns outros trechos interessantes da matéria:

  • De um lado, a empresa impõe um ritmo insano aos funcionários. De outro, o profissional assume cada vez mais responsabilidades e atribuições em nome de um crescimento profissional (…) Os efeitos dessa dinâmica não têm sido benéficos nem para a organização nem para o profissional.
  • depois de quatro meses sob o novo horário [mais curto], o clima de trabalho melhorou e o nível de estresse é menor
  • Do lado do profissional, a mudança [diminuir o ritmo] quase sempre vem depois de um grande baque: pode ser uma doença, a morte de alguém próximo ou qualquer outra coisa que leve a pessoa a fazer uma grande revisão da vida.
  • Hoje, 70% dos gestores brasileiros convivem com altos níveis de estresse, 50% são obesos, sujeitos a doenças cardíacas e diabetes, e 8% sofrem de depressão
  • O número de profissionais insatisfeitos com a pressão e a carga de trabalho oscilou na casa dos 40% na última década no Brasil
  • Obviamente, o resultado é a angústia de não ter realizado quase nada. Os americanos criaram uma expressão para definir esse sentimento: fomo. Um acrônimo de fear of missing out — traduzindo, o medo de perder algo importante.

 Entre muitos outros que poderíamos colocar aqui. Para quem quiser ler a reportagem completa, acesse aqui

  Nós do site Casa de família, diante do texto acima, sugerimos aos workaholic de plantão uma visão mais estratégica da vida !!

Boa semana a todos !

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Sobre Marco

Marco é casado com Mariana e tem os pequenos Carol e Rafael. Ele é formado em Tecnologia da Informação, pós graduado em administração e trabalha há 14 anos no mercado corporativo de TI. Atua na Igreja Católica desde a adolescência, participando de grupo de jovens, ministérios de música e equipes de evangelização. Está na pastoral da familia da paróquia Nossa Senhora do Brasil desde 2007, atuando junto às familias e aos casais que buscam o matrimônio.
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Uma resposta para O que eu faço agora ?

  1. vreginato disse:

    Marco

    Este texto recorda-me um pai de família que no consultório afirmava que os piores dias da semana eram sábado e domingo, porque não sabia o que fazer em casa. Não via a hora de chegar segunda -feira para ir trabalhar!

    É incrível como podemos nos esquecer da hierarquia. Agora, para quem gosta de trabalhar mesmo, e não somente de saber de emprego, as atividades em família são um prato cheio. É só começar a levar o assunto a sério que veremos que conduzir uma família é, sem dúvida, uma das coisas mais trabalhosas que temos por fazer!

    Valdir

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