Vocações Jovens!

Meus caros
A Igreja cresce nas vocações sacerdotais. Vale a pena a ler o perfil destes sacerdotes jovens e verificar o trabalho necessário que se deve fazer pela preservação da instituição familiar na sua forma natural, com hábitos cristãos que se firmam na oração e veneração a Virgem Maria. Destaca-se as boas consequências das iniciativas do Beato Jopão Paulo II pela criação da Jornada Mundial da Juventude.

É preciso que os pais estejam abertos a esta chamada vocacional que Deus faz a seus filhos.

Que o Senhor continue enviando a sua graça e que cada vez mais novos operários se sintam chamados a Sua messe.

 

 
EUA: Sacerdotes cada vez mais jovens
21% de participação na JMJ antes de entrar no Seminário

WASHINGTON, D.C., segunda-feira, 9 de maio de 2011 (ZENIT.org) – Mais da metade das ordenações nos EUA, em 2011, é de jovens com idades compreendidas entre 25 e 34 anos, o que demonstra que há uma forte tendência entre os homens jovens a se tornarem sacerdotes.

A Conferência Episcopal dos EUA publicou as estatísticas deste ano. As ordenações de sacerdotes jovens crescem pelo quinto ano consecutivo.

333 ordenando foram entrevistados, de um total de 480, que foram ordenados em suas dioceses ou para ordens religiosas durante este ano.

O Centro de Pesquisa Aplicada no Apostolado (CARA, sigla em inglês), da Universidade de Georgetown, que realizou a pesquisa, destaca que 69% se consideram descendentes de europeus, caucasianos e americanos, enquanto que 15% são hispânicos, e 10%, asiáticos e das ilhas do Pacífico.

A maioria é católica desde a infância. 8% entraram na Igreja mais tarde. Cerca de um terço dos que se ordenaram tem um parente sacerdote ou religioso. Mais da metade tem mais de dois irmãos; um quarto tem cinco ou mais irmãos.

O relatório também destaca que 21% dos que se ordenaram participaram da Jornada Mundial da Juventude antes de entrar no Seminário.

Oração

A isso se acrescenta que 70% do total é assíduo na oração regular do Rosário, e 65% participavam da Adoração Eucarística antes de entrar no Seminário.

A média de idade na qual os pesquisados começaram a sentir sua vocação é 16 anos. Para 66%, foi um sacerdote quem alentou a considerar o sacerdócio.

71% contaram ter sido estimulados em seu discernimento vocacional por um amigo, padre, avô, parente ou fiel da paróquia, enquanto que a metade também informou ter sido desanimado por alguém.

Os passatempos ou atividades extracurriculares mais habituais são: música (73%), leitura (67%), cinema (62%), futebol (41%).

O grupo deste ano inclui um homem surdo de nascimento, vários refugiados provenientes do Vietnã, veteranos militares e ministros convertidos de outras religiões.

Que a Virgem Maria sustente a vocação destes novos sacerdotes! E que as nossas orações nesta semana se voltem para eles.

Até a semana

Valdir

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Sobre vreginato

Casado e tem três filhos. Médico e Terapêuta de Família. Professor de Bioética, Históra da Medicina e Espiritualidade e Mediicna na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), membro do Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde da Unifesp, Coordenador da Pastoral da Família da Paróquia Nossa Senhora do Brasil
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2 respostas para Vocações Jovens!

  1. lutfe disse:

    Valdir, muito legal o texto. Nos faz refletir sobre os filhos e que Deus ilumine o caminho de nossos filhos para trilharem a vontade dEle.

    Um grande abraço,

    Lutfe

  2. Luiz Coelho disse:

    VOCAÇÃO : Ato ou efeito de chamar (-se). Tendência ou inclinação para um estado, uma profissão etc.

    Sempre quando ouço essa palavra, lembro de um dos questionamentos infantis : ” O que eu vou ser dando crescer ? “……em TODOS os sentidos ( profissional, religioso, moral, afetivo, etc ).

    O que nós somos ? Quem realmente somos nós ? Qual o propósito de estarmos aqui ?

    A muito tempo ouvi essa história de um diálogo entre o teólogo Leonardo Boff e o Dalai Lama ! (Leonardo Boff explica):

    “No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos (eu e o Dalai Lama) participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga: – “Santidade, qual é a melhor religião?”(Your holiness, what`s the best religion?)

    Esperava que ele dissesse: ”É o budismo tibetano” ou “São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo.”

    O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos
    – o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta – e afirmou:
    “A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito”. É aquela que te faz melhor. ”

    Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
    – “O que me faz melhor?”

    Respondeu ele: – “Aquilo que te faz mais compassivo” (e aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável… Mais ético… A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião…”

    Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável…

    O que realmente importa na vida, é a tua conduta perante o teu semelhante, tua família, teu trabalho, tua comunidade, perante o mundo…

    Para muitos, a felicidade e a plena realização não é uma questão de destino; mas de escolha !

    Abraço !

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