Profissão Mãe II

Olá

 Quando escrevi um post sobre o tema acima, eu prometi que continuaria no tema, tantas vezes fosse possível. Infelizmente não consegui mais voltar ao tema até hoje. Mas com certeza eu jamais imaginaria que voltaria no tema para falar sobre o assunto das próximas linhas

  Muitos de vocês devem ter lido a epopéia da famosa atriz americana Sarah J Parker para ter seus filhos gemêos.

  Ela comprou os óvulos de outra mulher, ao preço de um carro de luxo nos EUA.  Contratou 2 barrigas de aluguel (preço não foi divulgado), que gestaram estas crianças entregando a atriz, assim que nascessem. No “contrato” estas mães ainda tinham a obrigação de amamentar os bebes por um período específico…

  Quem é a mãe dessas crianças ? Quem vendeu o DNA ? Quem alugou o ventre ? Ou quem arquitetou e pagou a conta ?

 Algumas mães realmente estão levando o profissionalismo em suas vidas, a um patamar jamais visto !!

 Os ataques a instituição familia continuam, rezemos pela família…

Boa semana a todos !

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Sobre Marco

Marco é casado com Mariana e tem os pequenos Carol e Rafael. Ele é formado em Tecnologia da Informação, pós graduado em administração e trabalha há 14 anos no mercado corporativo de TI. Atua na Igreja Católica desde a adolescência, participando de grupo de jovens, ministérios de música e equipes de evangelização. Está na pastoral da familia da paróquia Nossa Senhora do Brasil desde 2007, atuando junto às familias e aos casais que buscam o matrimônio.
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2 respostas para Profissão Mãe II

  1. Luiz Coelho disse:

    Bom dia…

    Qual o valor de um sonho ?….Hoje o sonho de consumo de muitas pessoas ( homens e mulheres ) é a aparência. A setor de estética movimenta milhões de dólares na busca por uma aparência física que atenda aos padrões de beleza atuais.

    O mesmo está acontecendo com o setor da genética reprodutiva. Até que ponto as pessoas iriam para terem um filho ? O setor da reprodução assistida é o novo filão da industria médica, que não poucas vezes, vai muito além da ética profissional e moral para “atender” a clientes “cheios de sentimentos maternos” e muito dinheiro !.

    Ficou muito comum “solicitar” filhos com os traços genéticos dos pais biológicos ( ou de pessoas com aparências esteticamente “belas”), com gastos de milhares de reais, e enriquecendo “Drs. Rogers Abdelmassih”, para se tentar obter descendentes com aparências de galãs de cinema, pois o que “importa” é a “plastica” exterior dos filhos !

    O sonho passou a ser pesadelo; pois com o avanço da medicina moderna, essas “pseudo-mães”, com tanto sentimento de maternidade, carecem de amor fraternal e caridade; pois não pensam sequer na hipótese de adotar uma criança abandonada ou auxiliar “amparos maternais”, pois podem pagar pelo que querem !

    Estamos voltando aos tempos medievais aonde a máxima “O Fim justificam os meios”….está bem viva. Enquanto tudo for visto como mercadoria e tiver um preço ( até a vida humana ) que se pude obter comprando “ao gosto do freguês”; enquanto o dinheiro ( Mamon ) estiver “satisfazendo” a vontade destes “pais”; Deus estará em segundo lugar na vida desta pessoas, infelizmente !!!!

    Abraço.

  2. vreginato disse:

    Marco

    O tema é bem oportuno. Quando se “comercializa” a vida humana, não a estamos valorizando, pelo contrário, ela está sendo desvalorizada. Confundem-se todos os valores hoje com cu$to em dinheiro e não se conhece mais outro tipo de “moeda de troca” entre as pessoas, como a amizade, a generosidade, o amor.

    O que está ocorrendo é que cada vez mais cresce o número de casos que vão para a justiça, por diferentes motivos. Mães de aluguel que querem ficar com a crinça, filhos que querem saber quem é o pai biológico que doou o esperma, reivindicação de herança por paternidade genética, e o que mais você puder imaginar.

    Não há legislação para a maior parte destes casos, e algumas decisões são tomadas com critérios absurdos, ou mais frequentemente pelo poder de quem pagou tem o direito.

    Como ficará uma geração de filhos que saberá que está numa família que pagou para tê-lo e negou a mãe biológica (acho este termo terrível, diga-se de passagem!), o direito de conhecê-lo?

    Como se comportarão filhos de pais avulsos e diferentes , desconhecidos? Tudo pela felicidade do direito que alguns julgam ter? A Felicidade não pode estar no caminho do esgoísmo. Temos o dever de procurar exercer a paternidade e a maternidade, mas não temos o direito de ter filhos a qualquer preço, para a “minha felicidade”!

    Será que chegaremos a uma nova “natureza” da família, ou ao seu extermínio?

    Há muito o que conscientizar, que a família é uma instituição natural, anterior ao próprio homem, pois este para existir já precisou dela. Estamos atropelando nossas origens, esquecendo de quem viemos, e o pior, não mais acreditando que vamos para um lugar!

    Valdir

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