Amor de Filho

Prezados Amigos, há um tempo atrás escrevi sobre o Amor de Pai, texto no qual tentei fazer uma comparativo do amor que sentimos pelos nossos filhos e do Amor que Deus sente por nós…

Hoje venho refletir sobre o amor de filho e, neste caso,  remeto o pensamento ao amor que Jesus Cristo tinha pelo seu Pai e sua Mãe.

Amo os meus pais, do jeito que eles são, é um amor baseado no conhecimento do sacríficio que eles fizeram por mim, para dar aquilo que eles consideravam melhor para minha estrutura pessoal, com base em suas experiências e valores de vida. Com certeza erros ocorreram, mas os acertos foram muitos, posto que existem muitas formas de amar e estas estão fundamentalmente alicerçadas no conhecimento que nossos pais tem do mundo. De qualquer forma, o erro e o acerto também podem variar na concepção de cada um, a mesma coisa acontece com relação ao bem e ao mal, tudo isso depende da referência que temos de vida. Porém, mais importante que isso é o fato que os meus pais me amaram, da sua forma, e receberam em troca do amor dado a mim o amor dado por mim, ainda nos dias de hoje.

O verdadeiro amor de filho se reflete pela vida de Jesus Cristo e pelo amor com que Ele amou a Deus e Nossa Senhora. Jesus voltou ao Pai, sendo que esta era sua grande missão, morrer pelos nossos pecados, ressucitar, subir ao céus e nos mostrar a boa nova. Nossa Senhora também subiu aos céus e a família se uniu para sempre.

E o que eu mais desejo a meus pais?

Que meus pais ganhem o céu e o paraíso, rezo para isso e que um dia possa encontrá-los vivendo a felicidade plena de estar perto de Deus…

um abraço a todos, Fiquem com Deus…

Lutfe

Anúncios
Esse post foi publicado em Rezar em Familia. Bookmark o link permanente.

3 respostas para Amor de Filho

  1. Valdir disse:

    Caro Lutfe

    Hoje você coloca uma situação muito interessante. É comum que quando se fala em amor, se reporte a situações em que escolhemos a quem amamos. Ocorre por empatia, admiração, afetividade, …. mas algo que por livre vontade acabamos nos deixando levar por esta atitude de amar.
    No entanto, os pais não escolhem os seus filhos, e muito menos os filhos escolhem seus pais, e mesmo assim nesta relação está uma das maiores forças do amor humano. Será a gratidão pelo dom da vida, pelos cuidados ou pelos sacrifícios que você mencionou ?

    De qualquer maneira, mesmo filhos que não tiveram pais ideais nutrem sentimentos de valor em relação a seus pais; assim como pais que têm filhos “difíceis” , não abandonam o amor a seus filhos (principalmente as mães). Certamente isto não é uma totalidade absoluta, mas é uma lei do relacionamneto humano com exceções.

    Quanto de mistério existe neste Amor, que une a família! Um mistério divino, que nos cabe aprofundar e viver cad vez mais!

    Abraços

    Valdir

  2. Lutfe disse:

    Valdir, muito obrigado pelas suas palavras e comentários, mais uma vez complementaram aquilo que pensava e estava sentido.

    Abraços,

    Lutfe

  3. Luiz Coelho disse:

    Bom dia….

    Não duvido que a maioria das famílias tenha bons relacionamentos, principalmente aquelas que nutrem bons exemplos, diálogo e respeito entre seus membros; mas como disse o Valdir, isso não é uma regra exata!

    Seguindo uma lei básica da física ( ação e reação )….quando o filho recebe amor dos pais, é normal dar o mesmo tipo de sentimento em retribuição; do mesmo modo que se receber outro tipo de tratamento, terá uma resposta, provavelmente, de mesma natureza.

    Como bem falado, temos melhor relacionamento com pessoas afins; ou pela conduta, modo de pensar e agir; com as quais nos sentimos bem na sua presença. Os filhos, normalmente, acabam herdando, pela convivência, hábitos e posturas similares as dos pais; acredito que por isso haja, num primeiro momento, um afeto grande entre eles; mas que como todo relacionamento deve ser cultivado e trabalhado todos os dias para crescer e se fortificar, criando um elo praticamente inquebrável de amor entre eles.

    Como em muitas situações da vida, recebemos as bênçãos de Deus, como sementes, e acabamos esquecendo, muitas vezes, que precisamos trabalhá-las e cultivá-las, para o aumento e a permanência delas. Como em tudo nesta vida, Deus nos dá TODOS os recursos necessários para a nossa felicidade; falta apenas fazermos a nossa parte para tê-la de forma plena e absoluta

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s