Aceitando-se a si mesmo

Muitas pessoas têm dificuldades de aceitarem-se a si mesmas do que jeito que são. Essas dificuldades ocorrem na infância, adolescência ou mesmo na idade adulta. Precisamos estar atentos com o comportamento de nossos filhos, procurando ajudá-los quando percebemos algum tipo de carência afetiva ou qualquer outra manifestação de conflito interior para se auto-afirmar nos seus ambientes de vida. É importante que ensinemos aos nossos filhos que são imagem e semelhança de Deus e como tal devem ser valorizados.

As Sagradas Escrituras nos revelam que Deus nos fez de um modo maravilhoso. Não viemos ao mundo por acaso, não fizemos uma surpresa para Deus quando chegamos. Ele nos teceu no seio de nossa mãe e resultamos assim do jeito que somos, únicos, amados e desejados por Ele. Esse ensinamento precisa estar presente na mente e no coração de cada um de nossos filhos, a fim de que possam com serenidade enfrentar os momentos em que possam se sentir cobrados pelos amigos a se comportarem de alguma maneira errada para se sentirem amados por eles. Não se trata de colocar redomas nos filhos para que não enfrentem os desafios da vida. Mas é certo que quanto mais amados e conscientes do amor de Deus por eles, mais facilmente saberão se comportar em cada situação.

A realização de cada pessoa passa por este processo de aceitação de si mesma do que jeito que é. Não adianta desejar as características deste ou daquele para ser feliz, mas sim descobrindo suas próprias características e aprendendo aceitar seus limites.

Que nossos lares sejam verdadeiros ninhos de amor onde nossos filhos possam ser amados e experimentar o amor de Deus no mais íntimo dos seus corações.

Sede bendito por me haverdes feito de modo tão maravilhoso, pelas vossas obras tão extraordinárias, conheceis até o fundo a minha alma.” (Salmo 138, 14).

Abraços a todos e até a semana que vem.

Heraldo

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3 respostas para Aceitando-se a si mesmo

  1. Valdir Reginato disse:

    Heraldo

    Lendo mais um grande artigo seu, me veio a mente como é difícil conviver com as pessoas conforme elas são e não conforme nós gostaríamos que fossem. E este aprendizado se inicia na família.

    E a primeira pessoa com quem temos que aprender a conviver conforme é e não conforme gostaríamos está é cada um de nós. Isto não significa que “eu nasci assim, morro assim”. A busca por melhorar deve se prolongar ao longo de toda uma vida, mas sem dúvida existem alguns aspectos que cabe conviver, sem se entristecer, por que seja lá como somos, somos filhos de Deus.
    Como dizia um pastor:

    “Senhor dai-me fortaleza para melhorar no que preciso, paciência para convicver com o que não posso mudar, e sabedoria para o discernir uma coisa da outra.”

    Abraço

    Valdir

  2. Mari disse:

    Heraldo,
    mais uma vez, muito obrigada pelas suas palavras sempre tão repletas de sabedoria !!!
    Amor gera amor … por toda a vida …
    abraço forte,
    Mari, Marco e Carol.

  3. Maria José F C. Bresa... disse:

    Filhão querido,vc fala com autoridade e sabedoria pq. vive o que prega…Deus te abençõe!Saudades de todos vcs,bjs.

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